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sábado, 23 de março de 2013
Jovem morre no hospital

Rapaz de 16 anos de idade se envolveu em um acidente na rodovia, na tarde de sexta-feira. Ele foi socorrido ao Hospital da Cidade, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu neste sábado
 
Emerson da Silva Nepomuceno, 16 anos, um dos feridos em um acidente de trânsito registrado na tarde de sexta-feira (22), na BR285, faleceu neste sábado. O jovem estava em um Monza, conduzido por seu pai, que por volta das 14h15 de sexta-feira, no quilômetro 298 da rodovia, no trevo de acesso ao bairro José Alexandre Zachia, colidiu com uma camioneta GM/S-10 de cor prata, com placas de São Paulo.
 
De acordo com as informações obtidas no local, o motorista de GM/Monza, com placas de Passo Fundo, estaria saindo do bairro, em direção ao centro de Passo Fundo. Quando chegou ao trevo, ele acelerou porque pensou que tivesse tempo de virar à esquerda. Como não conseguiu, acabou invadindo a pista contrária da BR-285 e foi atingido frontalmente pela camioneta. Os tripulantes do Monza, pai e filho, foram encaminhados pela ambulância do Corpo de Bombeiros ao Hospital da Cidade, sendo o menor em estado grave. Os dois ocupantes da camioneta S-10, nada sofreram. O GM/Monza teve a parte da frente completamente destruída com o choque.
 
Fonte Diário da Manhã

Postado por WM Internet as 18:28 e tem 0 comentarios

terça-feira, 19 de março de 2013
Homem fica preso as ferragens em acidente

Fato ocorreu na madrugada de hoje entre Passo Fundo e Coxilha
 
Um homem de 34 anos, identificado como Marcelo Seibt, natural de Não-Me-Toque, ficou preso as ferragens em ao colidir frontalmente seu veículo em um caminhão que vinha no sentido oposto na ERS 135.
 
Fonte Diário da Manhã

Postado por WM Internet as 09:29 e tem 0 comentarios

domingo, 17 de março de 2013
Acidente faz vítima fatal

Condutor fica gravemente ferido e mulher morre após carro capotar e colidir em poste
 
Um acidente de trânsito registrado na madrugada de sábado, 16, fez uma vítima fatal na ERS 324, km 85, na Perimetral de Marau.
 
Um automóvel Tempra, placas ICN 8550 de Marau, trafegava pela rodovia, sentido Vila Maria, quando o  condutor perdeu o controle e saiu da pista. Após capotar várias vezes o veículo foi contido por um poste em local de difícil acesso.
 
O condutor, Evandro Scortegagna, de 31 anos, e a caroneira Sandra Mara Siqueira, de 40 anos, foram arremessados para fora do veículo. Após receber atendimento médico, o casal que é morador do bairro Jardim do Sol,  foi encaminhado ao HCR pelo Corpo de Bombeiros.
 
Sandra Mara Siqueira não resistiu aos ferimentos e faleceu. Devido a gravidade o condutor foi encaminhado ao Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo.
 
A Polícia Rodoviária Estadual realizou atendimento da ocorrência.
 
Fonte  Diário da Manhã

Postado por WM Internet as 13:36 e tem 0 comentarios

sábado, 16 de março de 2013
Caminhão fica sem freios e colide em uma casa

Acidente ocorreu durante a manhã deste sábado, no bairro Nenê Graeff


Um caminhão, com placa de Ernestina, ficou sem freios na manhã deste sábado, no bairro Nenê Graeff, na rua Imbé. De acordo com testemunhas, durante a descida a cabine  teria se desprendido do caminhão e tombado, o veículo continuou em movimento por cerca de 300 metros até se chocar em uma residência.
O motorista, Ivo André do Amarante, de 52 anos,  tentou saltar pela janela, mas acabou sendo prensado pelas ferragens do caminhão. De acordo com a Brigada Militar, o condutor permanece consciente.

Fonte Diário da Manhã
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Cabine de caminhão vira e motorista fica preso em ferragens

Motorista foi resgatado sem ferimentos graves

O Corpo de Bombeiros demorou para retirar um motorista das ferragens de um caminhão, de placas de Ernestina, que colidiu desgovernado em um muro na Rua Imbé, no Bairro Nene Graeff, na manhã deste sábado, em Passo Fundo. O motorista se feriu sem gravidade e deixou o local aplaudindo o trabalho dos bombeiros.

Segundo informações preliminares, ele descia a Rua Imbé, quando a cabine do caminhão virou para frente repentinamente deixando o veículo desgovernado e colidindo contra um muro de duas residências, mas ninguém se feriu no local. O motorista não teve o que fazer e a cabine foi empurrada pelo caminhão.

Fonte Rádio Uirapuru

Postado por WM Internet as 12:48 e tem 0 comentarios

terça-feira, 12 de março de 2013
Erechinense morre em acidente na BR 153


Colisão aconteceu por volta das 5h50min da madrugada desta segunda-feira

Jacir Casagrande - Facebook
A semana começa trágica nas rodovias do Alto Uruguai. Por volta das 5h50min da madrugada desta segunda-feira, 11 de março, um homem - Jacir Casagrande de 26 anos - perdeu a vida num acidente violento na BR 153 em Erechim entre o Trevo da Olfar e o Posto Lando.

Um caminhão Mercedez Benz de Marau, Placas IMR 8890 trafegava no sentido Getúlio Vargas – Erechim numa pista dupla. Segundo o motorista, André Ambrós de 24 anos estava devagar na subida, rodando pela primeira pista, quando de repente um carro invadiu a pista contrária batendo do lado esquerdo no cavalinho.

Com o impacto, o caminhão foi jogado numa valeta que tem na lateral da pista. O gol de Erechim, Placas CGZ 9959, com o impacto foi jogado para o outro lado da pista. O motorista morreu no local e o corpo ficou preso às ferragens e já foi retirado do local.

O motorista do caminhão foi submetido ao exame do bafômetro e nada foi constatado.

A página de Jacir Casagrande no facebook pode ser acessada neste endereço:
https://www.facebook.com/people/Jacir-Casagrande/1168120882

Texto e fotos: Rodrigo Finardi
jornalboavista.com.br






Postado por WM Internet as 08:32 e tem 0 comentarios

sábado, 9 de março de 2013
Asfalto gaúcho - rabeira do atraso

Inoperância pública custa R$ 20 bilhões ao Estado
Falta de continuidade de obras e planejamento de longo prazo explicam por que o RS tem o pior índice de pavimentação do país

Gaúcho gosta de ser diferenciado, para melhor. O problema é que, em se tratando de rodovias, está na rabeira do atraso. Veja uma comparação com São Paulo: em 10 anos, as estradas paulistas duplicadas avançaram 1,6 mil quilômetros e hoje equivalem a 13% do total da malha pavimentada. No Rio Grande do Sul, o crescimento foi pífio. No mesmo período, as duplicações no Estado somaram apenas 146,9 quilômetros. Nem um décimo do ritmo de São Paulo, conforme a comparação dos dados dos departamentos que cuidam das rodovias nos dois Estados. Com isso, apenas 3,5% das estradas asfaltadas em que os gaúchos circulam são duplicadas.
 
Certo, São Paulo é o Estado mais rico do país. Então que tal comparar com os vizinhos paranaenses, com economia e população parecidas? O Rio Grande do Sul continua perdendo feio. A malha pavimentada do Paraná é de 20,3 mil quilômetros, enquanto no Estado, conforme números do Daer, soma 13,1 mil quilômetros. A extensão duplicada paranaense abrange 973 quilômetros, o dobro da nossa. Com baixos investimentos nas últimas três décadas, os gaúchos tiveram apenas 714 quilômetros pavimentados de 2002 até o ano passado. Um crescimento tímido de 5,7%. Enquanto isso, a frota de automóveis avançou 74% e a de caminhões, 44%.
 
E qual o custo dessa inoperância? Em termos de Rio Grande do Sul, a cada ano um pedaço maior de suas riquezas se perde em rodovias. Cálculo da consultoria Intelog indica que, em 2011, o custo logístico gaúcho foi equivalente a 18,89% do PIB, uma das maiores taxas do país e bem acima do nível países desenvolvidos, entre 6% e 8%. Como dois terços desse custo é rodoviário, as estradas esburacadas, engarrafadas e sem asfalto impuseram, apenas em 2011, perdas de quase R$ 20 bilhões à economia gaúcha. Seria dinheiro suficiente para construir mais de 20 estradas como a Rodovia do Parque, a mais importante em andamento no Rio Grande do Sul.
 
— O Estado tem uma malha muito pobre. Se olharmos para o mapa do Paraná, parece uma teia.
 
Isto só aumenta os custos logísticos do Estado — alerta Paulo Menzel, da Intelog Logística e coordenador do Fórum Temático de Infraestrutura da Agenda 2020.
 
Enquanto no Rio Grande do Sul 95 cidades não tem acesso asfáltico — um quinto do total de municípios —, no Paraná o número cai para seis.
 
Um dos fatores que explica a carência das rodovias é a descontinuidade administrativa e a falta de um planejamento de Estado, e não de governo, imune a mudanças no comando do Palácio Piratini. Nas últimas décadas, os partidos que chegam ao governo têm trocado a cada quatro anos e, na alternância de gestão, projetos são paralisados. Esquadrinhando os dados do Dnit e dos departamentos estaduais responsáveis pelas estradas, é possível detectar a baixa capilaridade das rodovias pavimentadas. Enquanto o Rio Grande do Sul tem apenas 699 quilômetros de estradas municipais asfaltadas, o Paraná tem 6,3 mil quilômetros e São Paulo, 11 mil quilômetros.
 
Em relação à qualidade das estradas, uma das explicações pode ser encontrada no tipo de gestão. No Estado, apenas 3,6% das rodovias públicas — e gratuitas — são avaliadas como ótimas. Na malha concessionada, apesar da polêmica sobre os pedágios, o índice sobe para 25%. Da mesma forma, um número bem maior de estradas administradas por órgãos estaduais e federais é classificada como ruim em comparação à malha gerida pelo capital privado. Como o governo gaúcho não vai renovar as concessões que findam em 2013, fica a dúvida sobre como evoluirá a qualidade da malha devolvida à gestão pública, normalmente engessada pela burocracia e nem sempre com recursos em caixa para investir.
 
Verba ideal só é vista em ano de eleições
 
Das 20 melhores rodovias do país, aponta pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), 19 são de São Paulo. Todas concedidas. O acompanhamento da entidade convida a uma reflexão sobre as concessões de rodovias, tema espinhoso no Rio Grande do Sul, apesar de o governo federal, alinhado ideologicamente com o Piratini, ter lançado mão da alternativa para viabilizar a construção e a duplicação de estradas, em troca do direito de explorar a via. A escolha das concessionárias será de acordo com o menor preço de pedágio oferecido.
 
A realidade é que, concedidas ou não, as rodovias brasileiras — e não apenas as gaúchas — carecem e muito de investimento. São apenas 12,9% de pavimentação no país e 7,2% no Estado, segundo dados do Dnit, o que provoca indignação de especialistas como o professor Luiz Afonso dos Santos Senna, do Departamento de Engenharia de Produção e Transportes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS).
 
— Isso é uma piada. Quantas décadas de investimentos serão necessários para chegar a ter um percentual de rodovias pavimentadas equivalente ao da Argentina, de 26%? E isso que a Argentina não é nenhum modelo — compara ele, lembrando que outros países do grupo dos Brics, como Rússia e Índia, têm taxas superiores a 80% e 40% de pavimento, respectivamente.
 
O Sindicato da Indústria de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral no Rio Grande do Sul (Sicepot) calcula que o nível ideal de investimentos para os gaúchos recuperarem o atraso seria de R$ 2 bilhões por ano, divididos entre Estado e União, algo que se aproximou de ocorrer apenas em 2010.
 
— Em 10 anos, seriam aplicado R$ 20 bilhões em novas rodovias, manutenção, duplicações e melhorias, baixando o custo do transporte ao nível de países desenvolvidos — analisa o presidente do Sicepot, Nelson Sperb Neto.
 
Fonte Zero Hora

Postado por WM Internet as 18:00 e tem 0 comentarios


Rio Grande do Sul é lanterna em rodovias asfaltadas no Brasil

Apenas 7,2% das estradas gaúchas (estaduais, federais e vicinais) são pavimentadas
 
Qual é o Estado com menor percentual de estradas pavimentadas em relação à sua malha total? Não é Roraima, que tem o menor PIB do país. Nem a paupérrima Alagoas, com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O campeão em carência de asfalto, acredite, é o Rio Grande do Sul, a quarta unidade mais rica da federação.
 
Apenas 7,2% das rodovias gaúchas — estaduais, federais e vicinais — são pavimentadas. Isso é bem menos do que a média brasileira, de quase 13 quilômetros asfaltados em cada cem, conforme dados consolidados de 2012 do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ou seja, os gaúchos figuram na lanterna em um país que já está longe de ser um exemplo. Pelo contrário. O percentual nacional de 13% coloca o Brasil em último lugar em pavimentação entre as 20 maiores economias do mundo.
 
A agonia das estradas gaúchas é fruto de uma série de fatores encadeados. Alguns são locais, como as finanças combalidas do Palácio Piratini. A incapacidade de encontrar um modelo para o capital privado ajudar na criação da infraestrutura necessária à impulsão do desenvolvimento e à queda nos acidentes também é uma das razões da herança cruel legada aos gaúchos.
 
Além do baixo investimento público nas últimas três décadas, as rodovias sofrem com a burocracia para tocar obras, o aumento da frota e o excesso de peso transportado dos caminhões, um problema agravado pela falta de fiscalização e que desemboca na deterioração das estradas, realimentando o círculo vicioso que faz cair a qualidade das rodovias existentes. O percentual de estradas avaliadas como ótimas em pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), por exemplo, era de 28,6% em 2010 e, em 2012, caiu para apenas 11%. As péssimas subiram de 1,3% para 2,4%.
 
E má qualidade pode acarretar mortes. O número de óbitos nas estradas cresceu 2,3% em 2012, na comparação com 2011, chegando a 2.083 vítimas fatais, contra 2.037 no ano anterior. Outro efeito colateral de rodovias ruins é o congestionamento constante nas rodovias com boas pavimentação e sinalização, como o trecho da BR-116 entre Canoas e o Vale do Sinos.
 
Entre todos os males relacionados às estradas, pelo menos a falta de dinheiro parece ter ficado para trás. O problema, agora, é conseguir aplicar os recursos, vencendo obstáculos burocráticos, questões ambientais e antropológicas e suspeitas de irregularidades nas obras. Acostumado à escassez, o Estado conseguiu R$ 2,6 bilhões para investir na construção e recuperação de rodovias até 2014, verba oriunda de financiamentos do BNDES e do Banco Mundial, mais recursos repassados pelo governo federal e do próprio orçamento do Estado. Mesmo assim, a construção e a recuperação das estradas não deslancha.
 
Uma reforma que virou símbolo dos entraves
 
Em busca dos fatores que levam os gaúchos a transitar em rodovias de Terceiro Mundo, Zero Hora identificou uma região do Estado onde se concentram as principais falhas. Na Serra, a reforma de 196 quilômetros de quatro trechos estratégicos é a síntese dos problemas que atingem grande parte da malha viária gaúcha. A obra, uma promessa de anos, já patinou por falta de dinheiro, processos judiciais, falta de fiscalização e, para culminar, surgiram agora irregularidades no edital da restauração dessas estradas.
 
A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) chegou a anunciar um investimento de R$ 140 milhões para quatro trechos: a ERS-122 (entre Ipê e a localidade de Samuel, na BR-116), a ERS-324 (entre Nova Araçá e Nova Prata), a RSC-470 (entre Nova Prata e Bento Gonçalves) e a RSC-453 (Rota do Sol, entre Caxias do Sul e Lajeado Grande). As obras deveriam começar em 4 de janeiro. Mas o Daer revogou o edital do Contrato de Restauração e Manutenção (o Crema/Serra, que abrangia os quatro trechos), elaborado na própria autarquia. A justificativa: auditores do Tribunal de Contas do Estado alertaram para "deficiências capazes de gerar prejuízo significativo ao Estado", conforme parecer emitido nos últimos dias de 2012.
 
Os entraves reaparecem nos investimentos da União no Estado. Os projetos de duplicação das BRs 386 e 116, por exemplo, seguem estacionados em dois trechos devido à presença de comunidades indígenas que se instalaram na beira das rodovias e precisam ser realocadas com mais recursos públicos para que as obras, finalmente, acelerem.
 
Fonte Zero Hora

Postado por WM Internet as 17:55 e tem 0 comentarios

sexta-feira, 8 de março de 2013
Acidente deixa três pessoas feridas da ERS 153

ATENÇÃO MOTORISTAS: Se você precisa trafegar na região tenha cuidado. O trânsito está lento no local.

Um acidente deixou três pessoas feridas na ERS 153. A colisão entre uma carreta e um Voyage aconteceu no início da tarde desta sexta-feira em Ernestina. Segundo informações preliminares chovia forte no momento do acidente.Os dois veículos colidiram frontalmente.


Com o impacto, o Voyage ficou totalmente destruído. Uma parte da carreta ficou atolada em um barranco. As três pessoas feridas, que estariam no Voyage, foram encaminhadas para o Hospital São Vicente de Paulo. Diuli Palmeira, de 3 anos não teve ferimentos. O condutor, Anderson Palmeira, de 32 anos está em estado gravíssimo. O estado de saúde de Cleris de Oliveira Palmeira, 29, que está grávida, está estável. 

Fonte: O Nacional
Fotos: Willian Castanho

Atualização da Rádio Planalto:
Anderson, que havia ficado preso as ferragens, não resistiu a gravidade dos ferimentos e faleceu quando recebia os primeiros atendimentos. A esposa que estava grávida de cinco meses, perdeu o bebê e permanece internada em estado de saúde regular. A filha de 03 anos está em observação.
O motorista da carreta, Leomar Santin, de 40 anos, nada sofreu.









Postado por WM Internet as 15:45 e tem 0 comentarios

quinta-feira, 7 de março de 2013
Pedágio de Carazinho: governo do Estado perde briga no STJ

O Piratini pretendia levantar as cancelas hoje, com atos festivos e políticos comandados pelo governador Tarso Genro.
 
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer, indeferiu por volta do meio-dia desta quinta-feira o pedido de liminar do governo estadual para declarar por encerrado o contrato do polo de pedágio privado de Carazinho.
 
Com isso, a concessionária Coviplan mantém a autorização para permanecer explorando as quatro praças do polo até 28 de dezembro.
 
O Piratini pretendia levantar as cancelas nesta quinta, com atos festivos e políticos comandados pelo governador Tarso Genro.
 
Na decisão, prevaleceu o entendimento de que as concessões autorizam a cobrança de pedágio por 15 anos, o que determina o final dos contratos no segundo semestre de 2013. Na avaliação jurídica do Piratini, o término do polo de Carazinho deveria ocorrer hoje porque os contratos fariam a previsão de cobrança de tarifas por 14 anos e seis meses — com seis meses apenas de obras —, fator que ensejaria o levantamento das cancelas hoje.
 
Na decisão, publicada pelo STJ às 12h13min, o ministro salientou que a permanência da Coviplan nos polos não gera lesão à ordem e economia pública.
 
Na Justiça a Coviplan também cobra uma indenização de R$ 23,5 milhões por suposto desequilíbrio dos contratos, algo que teria se formando, principalmente, pelo não reajuste de tarifas em alguns anos.
 
O polo de Carazinho seria o primeiro dos sete concedidos em 1998 pelo Estado à iniciativa privada a ter os contratos encerrados.
 
A decisão frustra sindicatos e lideranças empresariais e comunitárias de Carazinho, que, desde ontem, acalentavam a esperança de contarem com uma decisão favorável do STJ para reverter o caso. A pedido do governador Tarso Genro, lideranças da região cancelaram protestos em torno das quatro praças da cidade para não tumultuar o processo. Não está descartado que manifestações ocorram na tarde desta quinta-feira.
 
Fonte Zero Hora

Postado por WM Internet as 14:05 e tem 0 comentarios

segunda-feira, 4 de março de 2013
As ruas da sua cidade são "caminháveis"?

Andar a pé é uma das melhores formas de conhecer as cidades. Seja para passear no final de semana ou para não depender do carro no seu cotidiano, caminhadas urbanas sempre mostram alguma novidade do lugar em que você mora há anos e nunca tinha reparado. Mas para saber se sua cidade acolhe bem os pedestres, algumas perguntas são inevitáveis: Há sinalização para quem anda a pé? O pedestre tem segurança? E conforto?
Apesar de muitas cidades orientarem seu planejamento em função dos veículos, existem diversas maneiras de avaliar as condições das ruas. E a que leva em conta o ponto de vista do pedestre é uma das mais importantes. Afinal, quanto mais gente na rua, mais humana e mais agradável é a cidade . Foi para identificar "todas as ruas do mundo" quanto à facilidade que oferecem aos pedestres que surgiu o projeto Walkonomics.
O trabalho é grande, mas também muito simples: pedestres de todo o mundo dão sua opinião sobre as condições das ruas de onde moram ou circulam (veja abaixo a lista de critérios). Para gerar a classificação final, as avaliações são cruzadas com dados públicos, como estatísticas de acidentes, trânsito viário e iluminação.
Por enquanto, o projeto mapeia as ruas do Reino Unido, de Nova York e de São Francisco. Mas enquanto novas cidades não entram para este cadastro global, você pode pensar nos critérios questionados pelo Walkonomics para examinar as ruas por onde passa.
Fonte - Superinteressante

Postado por WM Internet as 09:06 e tem 0 comentarios

sexta-feira, 1 de março de 2013
Reajuste nos parquímetros

 A partir de segunda-feira passa a custar R$1 real, 60 minutos no estacionamento da área azul. Atualmente, os motoristas pagam R$ 0,50 por hora.
 
Os 40 parquímetros existentes em Passo Fundo irão passar por um reajuste, o aumento está previsto em decreto assinado pelo prefeito Airton Dipp (PDT) em setembro de 2011. Conforme o presidente da Codepas, Tadeu Karczeski, o valor passará a se R$ 1 real a hora. "A lei foi regulamentada através do decreto 133, que diz que quando fossem instalados os equipamentos, estes deveriam cobrar o valor R$1 real a hora. Então agora temos que cumprir o decreto, se não podemos responder por não estar cumprindo a lei", afirma.
 
Conforme o diretor da Codepas, em janeiro deste ano os parquímetros arrecadarão R$ 25 mil reais, sendo que o custo mensal gira em torno de R$ 52 mil reais. O mês de fevereiro ainda não foi fechado, porém até o momento foram arrecadados R$ 45mil. "Temos o custo de R$ 23 mil por mês só nos equipamentos e depois mais R$ 29 mil reais, com custos operacionais, como salários dos monitores, supervisores e despesas em geral", explica.
 
O decreto de instalação dos parquímetros foi realizado no dia 28 de setembro de 2008, como afirma o coordenador de estacionamento rotativo da Codepas, Luciano Castoldi. "O artigo 3º do decreto afirma que o preço público para cada fração de 60 minutos, deverá ser cobrado o valor de R$1 real, sendo que a menor fração a ser adquirida será de 30 minutos. O parágrafo único diz que somente será efetivado esse valor após a implantação do sistema, sendo que esse valor deve ser reajustado anualmente no município", explica Castoldi.
 
Segundo Karczeski, o número de monitores existente pela demanda que se têm, ainda seriam insuficientes já que no momento apenas 11 profissionais realizam a fiscalização do estacionamento pago, além de três supervisores.
 
Adaptação da população
 
Eram muitas dúvidas quando iniciou a operação do sistema de parquímetros, seja pelo valor cobrado, ou mesmo o manuseio do teclado para fazer a escolha certa. Mas com o tempo a população foi se acostumando como comenta Karczeski. "A população já aderiu ao parquímetro, a retirar o ticket, ainda enfrentamos problemas com alguns que não concordam com o sistema, muitos não querem cumprir a lei. Mas os parquímetros são necessários para a rotatividade dos estacionamentos no centro. Temos apoio da CDL, também da Associação de Moradores do Centro para que os carros fiquem estacionados no máximo 2h no estacionamento pago", explica.
 
Fonte - Diário da Manhã

Postado por WM Internet as 10:48 e tem 0 comentarios

 
 

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